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Precisamos vivenciar Kardec em nossas instituições espíritas!
Francisco Rebouças, Niterói/RJ

        Caros amigos, é indispensável que nós seguidores da doutrina espírita, não nos deixemos levar pelo personalismo malsão, pelo egoísmo exacerbado, pelo orgulho disfarçado, e nem mesmo pela vaidade de achar que já sabemos tudo de espiritismo que não mais precisamos nos filiar a grupos de estudos nas nossas instituições.

 

        Faz-se necessário o estudo constante da doutrina espírita, para quem verdadeiramente se diz espírita, e a casa espírita não pode deixar de dar oportunidade de estudos a todos, conclamando seus tarefeiros e freqüentadores para essa realidade.

 

        Precisamos entender que a doutrina espírita não pode mais ser difundida de forma tão diversa daquela trazida ao nosso conhecimento pelos Imortais da vida Maior, e que para vivenciá-la de forma correta, necessário se faz conhecê-la em profundidade.

 

        Verificamos em muitas oportunidades, nos encontros espíritas para estudo de temas pertinentes à nossa doutrina em seminários, em palestras, em eventos diversos, como a mensagem espírita é vivenciada das mais variadas formas, sem o mínimo compromisso com os fundamentos da codificação espírita.

 

        Defendo a fidelidade doutrinária, com a simples preocupação de quem procura nos estudos das obras espíritas a forma mais adequada para servir de intérprete dos emissários Celestes nas tarefas sob nossa responsabilidade, sem a pretensão de querer com isso deixar transparecer que me considero "entendido no assunto, ou PHD em espiritismo, ou algo parecido", mas sim, um eterno aprendiz interessado em buscar a tão sonhada reforma íntima que preciso empreender, pois bem sei, ainda me encontro muito distante do ideal que se espera de quem estuda essa abençoada doutrina.

 

        Na área da mediunidade, é onde mais se podem comprovar os absurdos que são praticados em instituições que se dizem espíritas, mas que nada de espiritismo realizam, e sim, simplesmente de mediunismo o que convenhamos não é a mesma coisa.

Assim sendo é conveniente, relembrar as orientações, dos órgãos encarregados pela vigilância e manutenção da pureza de nossa doutrina, para que possamos proceder em conformidade com os preceitos nobres de nossa doutrina, conforme segue.

 

PRESERVAÇÃO DOS PRINCÍPIOS DOUTRINÁRIOS NA PRÁTICA ESPÍRITA

Mensagem do Conselho Federativo Nacional aos Espíritas

 

"É indispensável manter o Espiritismo, qual foi entregue pelos Mensageiros Divinos a Allan Kardec, sem compromissos políticos,sem profissionalismo religioso, sem personalismos deprimentes, sem pruridos de conquista a poderes terrestres transitórios." Bezerra de Menezes (Mensagem "Unificação", psicografia de Francisco Cândido Xavier - Reformador, agosto 2001).

 

Considerando que as idéias espíritas, tais como reencarnação, imortalidade, comunicação com os Espíritos e vida após a morte, têm sido alvo de interesse geral, propiciando a média a divulgação de filmes, teatro, livros e notícias de fatos ocorridos, que mostram, cada vez mais, a certeza dessas verdades que a Doutrina Espírita divulga há 150 anos;

 

Considerando que essa promoção perfeitamente compatível com os propósitos do Movimento Espírita que há o de colocar ao alcance e a serviços de todos a mensagem consoladora e esclarecedora da Doutrina Espírita, dando sentido à vida e trazendo respostas às inquietações de muitos seres humanos com tendência ao suicídio, à violência, ao uso das drogas e à desagregação familiar;

 

Considerando que, com a divulgação feita pela mídia, independentemente da ação do Movimento Espírita, é natural que um número cada vez maior de pessoas procure os núcleos espíritas, interessado em aprofundar-se no conhecimento dos ensinos doutrinários e em receber a assistência, o esclarecimento e a orientação de que necessita, bem como preparar-se para o trabalho voluntário, na assistência, o esclarecimento aos que necessitam de amparo espiritual e em outras atividades;

 

Considerando que esta circunstância oferece ao trabalhador espírita a oportunidade de intensificar o desenvolvimento de suas tarefas voltadas ao estudo, à difusão e à prática do Espiritismo, consciente de que a convicção do ser humano quanto à sua condição de Espírito imortal é fundamental para ajudá-lo a atravessar esta fase de transição em que nos encontramos, quando se prepara a Humanidade para ascender à condição de mundo de regeneração;

 

Considerando que o Centro Espírita continua a ser o núcleo básico da difusão espírita, propiciando espaço para todas as atividades de atendimento e de estudo aos interessados em receber os benefícios da Doutrina Espírita, tal como foi revelada pelos Espíritos Superiores a Allan Kardec e nas obras que, seguindo suas diretrizes, lhe são complementares e subsidiárias, O Conselho Federativo Nacional, em sua reunião de 10 a 12 de novembro de 2006, recomenda:

 

1 - que os dirigentes e trabalhadores espíritas intensifiquem os seus esforços no sentido de colocar a Doutrina Espírita ao alcance e a serviços de todos os homens, divulgando os seus ensinos com o propósito de esclarecer fraternalmente, sem impor e sem pretender converter a quem quer que seja;

 

2 - que procuremos aprimorar, ampliar e multiplicar os núcleos espíritas, utilizando toda a sua potencialidade no atendimento às necessidades de assistência, de conhecimento, de estudo e de orientação que os seres humanos apresentam;

 

3 - que no desenvolvimento da tarefa de estudo, difusão e prática da Doutrina Espírita:

 

3.1 - estudemos constantemente a Doutrina Espírita, não só para o nosso próprio aprimoramento, como também, para manter o trabalho doutrinário dentro dos princípios espíritas, sem as influências nocivas de interpretações pessoais distorcidas;

 

3.2 - trabalhemos juntos e unamos os nossos esforços, impondo silêncio aos nossos ciúmes e à s nossas discórdias, para não prejudicar e nem retardar a execução do trabalho, em qualquer área de atividade em que nos encontremos;

 

3.3 - mantenhamos o Espiritismo com a pureza doutrinária própria do Cristianismo nascente, sem incorporar à sua prática qualquer forma de ritual, de sacramento ou de idolatria, incompatível com os seus princípios. É lícito, justo e conveniente orarmos em benefício de alguém que nasce, de um casal que assume compromissos matrimoniais ou de alguém que retorna à vida espiritual. Não é lícito, todavia, sacramentarmos esses gestos, chamando-os de "batizado espírita", "casamento espírita" ou "funeral espírita", mesmo quando se apresentam sob aparente legalidade. As instituições que se classificam como espíritas, têm o dever decorrente de pautar a sua prática dentro dos princípios contidos nas obras básicas de Allan Kardec, que constituem a Codificação Espírita, e tem o direito constitucional de preservar a sua autonomia e liberdade de ação na execução desses princípios. O Espiritismo não tem sacerdotes e nas atividades verdadeiramente espíritas a ninguém é dado o direito de consagrar atos ou fazer concessões, seja em nome de Deus, de Jesus, dos Espíritos Superiores ou da própria Doutrina Espírita;

 

3.4 - colaboremos com os órgãos públicos e com a sociedade em geral, em todas as suas ações marcadas pelos propósitos de solidariedade e de fraternidade, visando a assistência e a promoção material, social e espiritual do ser humano, preservando e praticando, todavia, a integridade dos princípios e objetivos doutrinários espíritas que caracterizam a instituição;

 

3.5 - relacionemo-nos com os representantes e seguidores de todos os segmentos religiosos, procurando construir a base de um convívio salutar, marcado pelo respeito recíproco e pela fraternidade, base fundamental para a construção de uma sociedade em que a multiplicidade de convicções sociais, filosóficas ou religiosas não seja impedimento para a coexistência fraterna.

 

Com isto estaremos vivenciando e preservando plenamente os princípios da Doutrina Espírita.

 

CFN - Brasília, 12 de novembro de 2006.

 

Finalizando, queremos enfatizar nossa opinião a respeito de tudo o que contém o documento acima dizendo: "É preciso vivenciar o que se estabelece, porque a Lei e as disposições estabelecidas devem abranger a todos sem exceção, e não estão isentos de cumpri-las seus próprios legisladores".

 

Grifos nossos.

 

Francisco Rebouças.



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