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Recomeçar,
Joaquim Soares (Juca) ? jotasoares10@gmail.com


?Nascer, morrer, renascer ainda e progredir sem cessar, tal é a lei?.

        Esta frase está no túmulo de Kardec, e contém basicamente os ensinamentos da Doutrina Espírita.

        Aprendemos, desde que começamos a estudar o espiritismo, que a verdadeira vida é a espiritual, passamos por períodos encarnados, para tentar por em prática o que estudamos teoricamente enquanto estamos no plano espiritual.

        No livro ?Obras Póstumas?, na primeira parte, item 20, está registrado: ?A vida normal dos Espíritos é a espiritual, que é eterna; a corpórea é transitória e passageira, um verdadeiro instante na eternidade?.

        Se assimilarmos seus postulados, entenderemos que não há nenhuma razão para o apego as coisas materiais, tais como: Propriedades, títulos, bens, etc.


Túmulo de Allan Kardec, no cemiterio Père Lachaise, em Paris

 

 

 

 

 

 

 

        Tudo o que usufruirmos será sempre um empréstimo de Deus para que possamos progredir espiritualmente.

        No entanto, mesmo muitos espíritas vivem apegados as coisas da terra, à sua casa, seus bens e até a sua vida, têm tanto medo de morrer que não se pode nem falar em morte perto deles.

        Na verdade, como vimos, a morte não existe. O que há é uma transformação, é o retorno a vida real. É evidente que não devemos procurá-la, mas jamais temê-la.

        Sócrates, o filósofo grego que viveu cerca de quinhentos anos antes de Jesus (470-399 a.C.) , tinha nos seus ensinamentos muitos pontos coincidentes com os postulados da Doutrina Espírita, procurava passar para seus discípulos esta visão, mostrando a necessidade de se desapegar dos bens e objetivos materiais. E por viver e ensinar assim, foi condenado a tomar veneno.

        Nos momentos que antecederam o sacrifício de Sócrates, ele mantém um diálogo muito interessante com seus seguidores, comentando o acontecimento.

        Entre outras coisas Sócrates diz: ?Por ser apegado as coisas da matéria, por temer a morte, o desconhecido, o homem comum faz guerra, encontrando aí o que queria evitar, enquanto que o filósofo sabendo que o corpo é um empecilho para o ser humano conhecer a verdade só pode aguardar com tranqüilidade este instante?.


        Se hoje o homem comum não mais faz guerra, faz porém de tudo para ser feliz nos negócios, no casamento, na saúde, até porque acredita que a felicidade está do lado de fora, quando na verdade ela é interna, é de dentro para fora.

        E para isto busca todas as formas para descobrir o futuro, procurando cartomante, tarô, quiromancia, horóscopo, e até infelizmente, algum ?centro espírita?, mal estruturado que acredita poder prever os acontecimentos, para a única coisa que, desde o instante que nascemos temos a certeza irá acontecer, embora não saibamos a época, nem as condições, ele não quer nem ouvir.

        Não há nenhum erro em procurar ser feliz, devemos viver o melhor possível, o que não se deve é esquecer que somos espíritos e que aquela é a vida real, o que estamos vivendo é uma situação passageira, por mais longa que ela seja, será sempre efêmera na eternidade do espírito.

        Por isso precisamos nos preparar para a ?grande viagem?, como dizem alguns, ela é inevitável, e o que vamos levar na nossa bagagem?

        Bens materiais, família, títulos, tudo isso ficará aqui, o que levamos é o que temos no coração, o bem que fizermos, a amizade, o respeito, o verdadeiro amor que soubermos dedicar a todos os que cruzarem o nosso caminho, lembrando sempre que o amor não exige reciprocidade, ninguém é obrigado a nos amar só porque temos grande afeição por ele.

        Lembrando ainda, que retornaremos a este mundo, procuremos então fazer tudo o possível para que ele melhore, afim de que no nosso retorno possamos encontrá-lo melhor do que neste instante, vamos fazer a nossa parte, vivenciando e exemplificando o amor que Jesus ensinou e viveu, amando sem exigir nada em troca, fazendo o bem sem buscar recompensa, assim fazendo tenhamos a certeza que seremos muito bem recepcionados quando chegar a nossa vez de partir, então o faremos sem medo, sem trauma, deixando saudades naqueles que conviveram conosco.



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